Como funciona o investimento em Equity Crowdfunding e como você é remunerado ao investir nele

Como funciona o investimento em Equity Crowdfunding e como você é remunerado ao investir nele

Publicado por: Luciana Abreu Publicado: 11/08/2021 Visitas: 217 Comentários: 0

Como funciona o investimento em Equity Crowdfunding e como você é remunerado ao investir nele

Desde o ano de 2017 investimentos em Equity Crowdfunding são regulamentados no Brasil. Mas você sabe o que significa o termo, como funciona essa modalidade de investimento e o retorno dela? No texto abaixo, a gente te explica tudo isso!

 

Quem investe em Equity Crowdfunding sabe que o retorno do investimento não é imediato. Investidores dessa modalidade entendem que a volta do valor investido pode vir de três formas: com a venda ou incorporação da startup investida, com o pagamento de dividendos e ainda na recompra das suas cotas pela empresa investida.

Mas antes de entendermos o pagamento, é importante falarmos do investimento. Investir em startups é uma forma de diversificar o seu portfólio de investimentos e também uma maneira de apoiar empresas que propõem soluções inovadoras e por isso, com grande potencial de crescimento.

O termo equity crowdfunding significa financiamento coletivo em troca de equity. Para arrecadar recursos as startups abrem um crowdfunding em uma plataforma eletrônica específica onde os investidores podem fazer os aportes. Nessa modalidade de investimento, o termo equity significa participação, já que os investidores recebem um percentual da empresa em troca do investimento feito.

Dessa forma, a remuneração dos investidores se dá a partir do bom desempenho e posterior valorização das empresas investidas, assim como na Bolsa de Valores (B3). 

Provavelmente você já ouviu a  história do Facebook, rede social criada no ano de 2003 em um quarto de uma universidade dos Estados Unidos. Quatro jovens universitários criaram um livro eletrônico para catalogar os alunos da instituição. Dezessete anos depois, a startup que nasceu de uma ideia, e virou uma grande empresa teve seu valor de mercado avaliado em US$ 700 bilhões. A história é pitoresca e não representa a realidade de todas as startups. Mas vale a reflexão.

Quando o Facebook começou a crescer e a se tornar um negócio, ele precisou de recursos para isso. Você já parou para pensar quanto os investidores que acreditaram na ideia no início dela tiveram de retorno? O primeiro investidor do Facebook foi Peter Thiel. Conhecido por apostar em companhias quando elas ainda estão no início de seu desenvolvimento, Thiel investiu US$ 500 mil em troca de 10,2% da empresa.

O Facebook não foi vendido e nem incorporado, mas de acordo com um levantamento divulgado em julho deste ano, o lucro líquido chegou a US$ 5,18 bilhões no período, uma alta de 98% quando comparado com o mesmo mês do ano anterior. O lucro por ação diluído estava cotado em US$ 1,80.

Outro caso que exemplifica o funcionamento do retorno dos investidores ao aportarem em startups é o do e-commerce Xtech, nascida em 2014 e comprada 3 anos depois por R$ 14 milhões pela Vtex. Esse é um exemplo de êxit ou saída, no qual os investidores podem optar por vender suas ações e conseguir um bom retorno por elas. O êxit geralmente acontece quando as startups têm um negócio maduro nas mãos (ainda que não necessariamente lucrativo), e precisam de capital parrudo para alçar novos vôos.  

Em busca de maiores retornos, investidores brasileiros desanimados com a taxa de juros baixa passaram a considerar investimentos mais arriscados, como os investimentos da bolsa de valores e em startups. A possibilidade de um crescimento econômico também tem atraído a atenção dos investidores estrangeiros, tanto para negócios tradicionais listados na Bolsa de Valores, como para negócios em fases iniciais de desenvolvimento, como as startups.

No Equity Crowdfunding vários investidores podem fazer aportes de valores mais baixos, ao contrário de outras modalidades de investimentos em que poucos investidores aportam valores muito altos na mesma empresa. Bom para as startups que conseguem captar o valor que precisam para crescer, e melhor ainda para os investidores que antes não tinham a oportunidade de investir nessa modalidade.

Startups com faturamento anual de até R$ 10 milhões podem captar recursos em plataformas de ofertas públicas de investimento como a Organismo Brasil. O valor máximo de captação é de R$ 5 milhões, e o mínimo da rodada deve ser de dois terços do valor alvo definido. As plataformas são as responsáveis por selecionar as startups para quem vão captar e cobram uma taxa das empresas por esse serviço.

Todo o processo é feito de forma online e com segurança, e por isso é importante que a plataforma de investimento escolhida seja registrada na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão responsável por fiscalizar e normatizar esse negócio. Seja pela possibilidade de retorno que pode ser 15 vezes maior do que o valor investido, ou pela oportunidade de investir em empresas que estão revolucionando diversos segmentos do mercado, o fato é que investir em startups tem se tornado cada vez mais uma opção para quem quer diversificar e melhorar a performance dos investimentos.

Aqui no blog temos vários artigos sobre o assunto, e se você precisar de mais informações, você pode conversar com um dos nossos guias de investimento. Para isso, faça gratuitamente o seu cadastro. E você também pode aproveitar que em breve estaremos com uma rodada de captação aberta para ver como funciona o processo de investimento.

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