Como avaliar boas oportunidades de investimentos em Startups?

Como avaliar boas oportunidades de investimentos em Startups?

Publicado por: Luciana Abreu Publicado: 21/06/2021 Visitas: 306 Comentários: 0

Como avaliar boas oportunidades de investimentos em Startups?

No último ano, startups receberam valores recordes em investimentos. Mas você sabe porque essas empresas entraram no radar dos investidores e têm se tornado uma das principais apostas para o longo prazo? A gente traz algumas dicas para você nesse artigo!

 

O mercado de investimentos brasileiro está aquecido. Além das muitas oportunidades, nunca se teve tanta divulgação dos produtos e também de conhecimento sobre eles. Conhecer o produto e entender minimamente como ele funciona, é condição básica para quem deseja variar os investimentos em busca de mais rentabilidade. Aliás, para ter um retorno mais atraente, uma das dicas é variar os ativos que compõem o portfólio!

Dentre as muitas opções oferecidas atualmente, o investimento em startups, ou equity crowdfunding, como também é conhecido, surge como uma opção para quem deseja ter um retorno acima do que é oferecido por outros investimentos em um prazo mais longo. Mas você sabe o que é o equity crowdfunding e como você pode rentabilizar ainda mais o seu portfólio de investimento com ele?

Neste artigo a gente te explica:

  • Por que o investimento em startups deve fazer parte do seu portfólio;

  • Como funciona o retorno nesse tipo de investimento;

  • Relação entre risco e rentabilidade;

  • O que deve ser avaliado ao se investir em startups;

Se você tiver alguma dúvida sobre  o assunto, é só escrever nos comentários que a gente te responde!

Boa Leitura!

 

Por que investimentos em startups devem fazer parte do seu portfólio?

Investimentos em startups podem ser considerados novidade aqui no Brasil. E isso acontece porque somente no ano de 2017 ele foi regulamentado pela CVM, Comissão de Valores Mobiliários, que é responsável por fiscalizar as operações de equity crowdfunding, como também são conhecidas, aqui no Brasil.

Investir em startups é um processo muito similar com o que ocorre na bolsa de valores: você investe em troca de uma participação da empresa. Ou seja, o valor investido corresponde a um percentual da startup que você investiu.

E assim como as ações oferecidas na bolsa, as cotas que você adquire ao investir em uma startup, são proporcionais ao valor que você escolhe investir: quanto maior o valor investido, maior vai ser a participação adquirida na empresa investida.

É importante você saber que startups captam recursos para investir no negócio e escalar, ou seja, aumentar a rentabilidade dela. Dessa forma, o retorno do valor investido depende do resultado financeiro da empresa. Se ela se desenvolver e atingir o potencial de crescimento, você pode obter um bom retorno do capital que investiu. 

Dessa forma é possível afirmar que, assim como em qualquer investimento, investir em startups também oferece risco, que no caso, está relacionado à competência dos diretores da startup investida em conseguir conduzir as operações de forma que ela cresça e se desenvolva, e que o lucro supere em muitas vezes os custos da operação. Essa falta de previsibilidade, também conhecida como risco, faz com que investimentos em startup sejam considerados de renda variável, quando não se sabe quanto ou mesmo se vai haver retorno do valor investido. 

Apesar do risco, investimentos em renda variável costumam proporcionar um retorno muito maior do que os de renda fixa, quando o investidor conhece antecipadamente a taxa de rentabilidade do investimento. Se fizermos um comparativo, é possível afirmar que, em investimento, a previsibilidade do retorno é diretamente proporcional ao valor da rentabilidade: quanto maior o risco, maior o retorno. E por isso é tão importante variar ativos de renda fixa e variável no seu portfólio de investimentos, uma vez que o alto valor de retorno de um ativo compense a falta de previsibilidade dele. 

E com o crescente sucesso de startups por causa das soluções inovadoras e modelo de negócios que elas desenvolvem, investimentos em startups devem fazer parte do seu portfólio, para garantir melhores retornos do capital investido.

Como funciona o retorno nesse tipo de investimento?

Você já sabe que, ao investir em startups, você compra uma participação da empresa investida. O capital investido é utilizado para crescimento da startup, de forma que ela possa escalar, ou seja, fazer o lucro da operação ultrapassar em muitas vezes o custo. O pagamento de participação nos lucros da empresa é uma forma de remunerar os investidores, apesar de não ser a principal delas.

Conforme noticiado nos últimos anos, startups estão sendo adquiridas ou fundidas por outras maiores, muitas delas listadas na Bolsa de Valores. Esse processo é conhecido por M & A (Mergers & Acquisitions), e pode ser considerado como o principal ponto de liquidez para os investidores. Ao serem compradas por outras maiores, essas empresas vêem o seu valor de mercado aumentar consideravelmente, o que também significa valorização das ações da empresa. Para o investidor, o retorno está garantido, quando a empresa adquirente compra a participação de todos os acionistas da startup, em um processo também chamado de êxit, ou saída.

E por fim, quem investe em equity crowdfunding, tem uma outra oportunidade de liquidez, caso a startup investida receba um aporte financeiro de um fundo, por exemplo, e o investidor opte por sair do negócio. 

Relação Risco X Rentabilidade

Já falamos anteriormente que risco é a falta de previsibilidade. E que investimentos em startup não são previsíveis. Afinal, startups são empresas dirigidas por pessoas, e que podem ser afetadas por uma série de fatores, entre eles:

  • Experiência dos sócios dirigentes

  • Soluções que desenvolvem

  • Mercado em que estão inseridas, entre outros fatores.

Além disso, startups também têm como característica formas inovadoras na condução de seus processos em um cenário de muitas incertezas.  Ao longo dos anos, muitas delas ficaram famosas, pelos resultados que alcançaram: Facebook, Airbnb, IFood, são algumas delas.

Assim como os investidores que compram ações na Bolsa de Valores, quem investe em startup precisa conhecer alguns detalhes da empresa antes de investir, o que ajuda a reduzir os riscos do negócio. 

Como dissemos, em investimento, o risco pode ser considerado diretamente proporcional à rentabilidade. Assim como não é possível definir quanto uma ação vai render, também não é possível afirmar se uma startup terá ou não sucesso. Fato é que, no Brasil, startups levam em média 5 anos para serem vendidas, e possibilitam aos investidores um retorno de 10 a 15 vezes do capital investido.

O que deve ser avaliado ao investir em startups?

Mesmo com baixa previsibilidade é possível reduzir os riscos ao investir em equity crowdfunding. Em primeiro lugar, é obrigatório ter uma plataforma de ofertas públicas para intermediar esse tipo de investimento. Plataformas como a Organismo Brasil fazem a conexão entre a startup, que precisa captar e os investidores, assim como ocorre na Bolsa de Valores. Por isso, é muito importante que antes de investir você escolha uma plataforma registrada na CVM.

A plataforma escolhida deve disponibilizar todas as informações da startup que receberá o investimento. Dessa forma, além de reduzir os riscos do negócio, ela possibilita que o investidor escolha as ofertas que fazem sentido no portfólio dele, além de terem clareza no momento do investimento. 

O pacote de Documentos Jurídicos é obrigatório, e nele devem constar os documentos dos sócios da empresa, CNDs, Contrato Social e até os Contratos de Empréstimo contraídos pela startup. Também são fornecidos o DRE e balanço financeiro. Esses materiais revelam a saúde financeira das empresas captadas, e norteiam os investidores na escolha do investimento. 

É importante que o investidor saiba analisar esses documentos e as possibilidades de crescimento da startup captada. Nesse ponto, a escolha da plataforma que realiza a captação, também é fundamental, afinal é ela que seleciona as startups que serão ofertadas aos investidores.

Além dos documentos obrigatórios, a Organismo Brasil também produz documentos sobre o setor onde as startups captadas estão inseridas e sobre as soluções que ela desenvolve. É importante que o investidor entenda o potencial de crescimento do setor envolvido e o valor que a solução desenvolvida pela startup oferece. 

Também são realizadas reuniões periódicas com os diretores das startups captadas, para que os investidores os conheçam e entendam a capacidade e experiência deles na condução do negócio. O processo de seleção e oferta é tão rigoroso, que a Organismo Brasil investe em todas as empresas que captam na plataforma. É o famoso "skin in the game", que só é realizado por quem confia no que oferece.

E por fim, a Organismo Brasil também disponibiliza o atendimento personalizado dos guias de investimento. Profissionais altamente capacitados que estão à disposição dos investidores para esclarecer dúvidas, nos canais e horários mais conveniente para eles. 

Quer ter acesso aos documentos e entender como funciona uma oferta pública de investimento em startup? A Organismo Brasil está com uma rodada de captação aberta! Clique aqui para acessar a página de investimentos, e veja os documentos disponíveis preparados pela plataforma. Faça o seu cadastro gratuitamente e converse com um dos nossos guias de investimento. Entenda  como funciona o processo e invista em startups com grande potencial de crescimento e retorno!

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