Porque investir em empresas de marketplace pode ser um bom negócio

Porque investir em empresas de marketplace pode ser um bom negócio

Publicado por: Luciana Abreu Publicado: 30/09/2020 Visitas: 210 Comentários: 0

Porque investir em empresas de marketplace pode ser um bom negócio

 

O comércio de vendas online nunca esteve tão aquecido. Além do isolamento social imposto pela pandemia, os consumidores ganharam confiança neste tipo de vendas e descobriram a praticidade de comprar sem sair de casa. 

Neste cenário os marketplaces, que já vinham roubando uma fatia do comércio offline, ganharam força e explodiram em vendas durante a pandemia.

 

Mas você sabe o que é marketplace? 

Traduzindo ao pé da letra, é um local (place) de mercado (market). Para melhorar o entendimento, podemos definir como uma plataforma de vendas online em que diversos lojistas e marcas podem vender seus produtos e serviços. 

Criado em 1995 o eBay é considerado o primeiro marketplace que foi inventado. Uma plataforma que promovia reunião digital de colecionadores e consumidores de itens raros. 25 anos depois, Amazon e Alibaba desenvolveram tecnologia e aperfeiçoaram a forma de comercializar produtos a partir de uma plataforma da internet. Reúnem vendedores de diversos segmentos e exportam os mais variados tipos de produtos para o mundo todo. A receita vem dando certo. A Amazon está avaliada em US$ 1 trilhão.

O segredo dessas empresas pode ser explicado pela grande variedade de produtos que elas oferecem. Como um grande shopping virtual, o consumidor pode comprar vários itens em um único lugar. 

Mas não é apenas isso. Marketplaces fazem sucesso porque oferecem novas soluções para o consumidor. As empresas que desenvolvem essa tecnologia despertam uma necessidade que muitas vezes o consumidor não sabia ter. 

Talvez você já tenha passado por isso: entrou em um marketplace para comprar um produto e acabou comprando outro além do que havia planejado. Isso acontece porque marketplaces também desenvolvem tecnologia que identifica os hábitos de consumo de cada usuário e conseguem oferecer produtos personalizados de acordo com as características daquele consumidor. Com isso, fica mais fácil oferecer de forma assertiva produtos e serviços que melhor se encaixem nas necessidades daquela pessoa. 

Quando pensamos em marketplace logo imaginamos produtos físicos dos mais variados que vão de sapatos a produtos de beleza, passando por móveis, eletroeletrônicos e até produtos de alimentação. 

Marketplaces também oferecem a possibilidade de comercializar serviços. A Softbox por exemplo, oferece soluções e consultoria no setor de tecnologia da informação (TI) e tem como clientes empresas como Unilever, Coca-Cola, Basf e Red Bull.

Em dezembro de 2018, a empresa foi comprada pelo Magazine Luiza, outro marketplace que viu as receitas crescerem nos últimos anos. De acordo com o próprio Magazine Luiza, essas aquisições ajudam a companhia a acelerar as vendas online. Em 2019, o comércio eletrônico foi responsável por 48%, quase a metade, de todas as vendas feitas pelo Magazine Luiza. 

Como essa, existem outras plataformas que reúnem em um único lugar diferentes soluções para atender diferentes demandas. O que essas empresas têm nos mostrado com os números que vêm registrando é que não há limite para os serviços ou produtos que elas oferecem e que ainda existe mercado com enorme potencial para ser atendido. O setor do esporte, por exemplo ainda não conta com uma plataforma desse tipo para atender possíveis demandas. 

Nos EUA as ligas de baseball e basquete já utilizam a tecnologia da informação para melhorar a performance dos jogadores, assim como times de futebol. Empresas de tecnologia desenvolveram softwares capazes de registrar todo o histórico do jogador e formulam o perfil de ação, movimentação e condição física. Alguns modelos usam até matemática para transformar essas informações em análises qualitativas.

Apesar do avanço, as transações dos jogadores que representam uma grande parte do faturamento dos clubes, ainda é feita de forma presencial e sem a utilização da tecnologia. Se considerarmos que a indústria do futebol movimenta em média US$ 250 bilhões por ano, com  mais de 1 milhão de times e 300 mil clubes de futebol espalhados pelo mundo, vamos entender o tamanho do mercado que ainda tem para ser explorado. Existe a necessidade e existe mercado, e quem sabe em breve também não exista tecnologia capaz de revolucionar também esse segmento?

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